Publications

BOOKS

2018

  1. F. LAMP.  Ancestors in search of descendants. Stone Effigies of the Ancient Sapi, New York: QCC Art Gallery, Queensborough Community College, 2018 (ISBN: 9781936658367).

 

2017

  1. V. S. SANTOS (ed.). O Marfim no Mundo Moderno: Comércio, circulação, fé e status social (Séculos XVI-XIX). Curitiba: Prismas, 2017 (ISBN: 978-85-5507-833-0).
  2. V. S. SANTOS, E. F. PAIVA, R. L. GOMES (eds.). O Comércio de Marfim no Mundo Atlântico Circulação e Produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte, Clio Gestão Cultural e Editora, 2017 (ISBN: 978-85-68158-17-3).

 

BOOK CHAPTERS

2018

  1. L. U. AFONSO, “Os marfins afro-portugueses e a circulação de gravuras e incunábulos tardo-medievais de origem francesa na Serra Leoa”. A. Bilotta e A. Miguélez Cavero (eds.), Medieval Europe in Motion. The circulation of artists, images, patterns and ideas from the Mediterranean to the Atlantic coast (6th -15th centuries), Palermo: Officina di Studi Medievali, 2018, pp. 137-150.
  2. T. RODRIGUES, “Fontes visuais medievais em marfins luso-africanos”. Incipit 6: Workshop de Estudos Medievais da Universidade do Porto, 2017, Porto: Universidade do Porto, 2018, pp. 124-135 (ISBN: 978-989-54104-2-2). http://ler.letras.up.pt/site/geral.aspx?id=3&tit=Lista%20de%20autores&tp=4&a=Rodrigues&n=Tiago&ida=6278

 

2017

  1. R. C. ALVES, “Marfins na rota atlântica: a circulação do marfim entre Luanda, Costa brasileira e Lisboa (1724-1826)”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 89-124.
  2. I. M. ANTUNES, “Imaginária sacra em marfim presente no inventário da expulsão dos jesuítas (1760)”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 187-212.
  3. I. M. ARAÚJO, “Imago in bello. As representações da guerra no Portugal tardo-medieval e renascentista”, Incipit 5: Workshop de Estudos Medievais da Universidade do Porto, 2016, Porto: Universidade do Porto, 2017, pp. 67-77 (ISBN: 978-989-99854-1-4). http://ler.letras.up.pt/site/geral.aspx?id=3&tit=Lista%20de%20autores&tp=4&a=Ara%C3%BAjo&n=In%C3%AAs%20Meira&ida=5826
  4. A. L. CHAVES, R. GOMES, “De presas de elefante a leques, bengalas, placas para retratos e crucifixos. Notícias sobre o comércio e o uso de objetos em marfim no Brasil imperial”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 125-168.
  5. J. F. DIAS, “«Araketure Faraimorá»: Yorubanidade no Candomblé Brasileiro, Uma Permanente Recriação; e o Caso Exemplar do Ilê Odô Ogê”, The Yoruba in Brazil, Brazilians in Yorubaland : Cultural Encounter, Resilience, and Hybridity in the Atlantic World, N. Afolabi e T. Falola (eds.), Carolina Academic Press, 2017, pp. 245-260.
  6. R. DIÓRIO, “Devoção e arte em marfim: o processo de construção e ornamentação das igrejas da sede do Bispado de Minas Gerais – século XVIII”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 253-271.
  7. Y. FRONER, “A presença de objetos de marfim em Minas Colonial: estética, materialidade e hipóteses acerca da produção local”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 223-252.
  8. R. L. GOMES, “Artisticamente torneados e talhados no Brasil: os móveis em marfim de Nassau e a história de um escultor que viveu em Recife e em Copenhague”, V. S. Santos (ed.), O marfim no Mundo Moderno. Comércio, circulação, fé e status social (séculos XV-XIX), Curitiba: Prismas, 2017, pp. 167-238.
  9. R. L. GOMES, E. MORENO, “Otimização das pesquisas em História das Coleções com o uso de bancos de dados sistematizados, analises quantitativas e sistema de informações geográficas, aplicadas ao estudo de procedência dos marfins africanos”, Anais do III Seminário Brasileiro de Museologia, Universidade Federal do Pará, 20-24 de novembro de 2017, Belém do Pará (Brasil), pp.
  10. E. F. PAIVA, “Marfins e outros suportes – transposições, traduções, associações e resignificados de objetos nas Minas Gerais do século XVIII”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 55-68.
  11. E. F. PAIVA, “Marfins, ambientes e contextos – as Minas Gerais e as fontes históricas”, V. S. Santos (ed.). O marfim no Mundo Moderno. Comércio, circulação, fé e status social (séculos XV-XIX), Curitiba: Prisma, 2017, pp. 237-253.
  12. L. A. SOUZA, A. LEÃO, A. COSTA, D. CARDOSO, E. LEITE, “A fotografia digital como ferramenta de estudo dos marfins nos acervos de Minas Gerais e sua inclusão em banco de dados”, V. S. Santos, R. Gomes, E. Paiva (eds.), O comércio de marfim no mundo Atlântico: circulação e produção (Séculos XV ao XIX), Belo Horizonte: Clio Gestão Cultural e Editora, 2017, pp. 291-308.

 

PUBLISHED PAPERS (JOURNALS)

2018

  1. R. L., GOMES, “O original, a cópia e a mão do artista: a conceituação da cópia em face à prática artística nos tratados de Abraham Bosse e Samuel van Hoogstraten”, Figura: Studies on the Classic Tradition. Studi sulla Tradizione Classica, 2018 (6), pp. (ISSN 2317-4625).

 

2017

  1. R. C. ALVES, “Fascinante Marfim: A circulação dos objetos em marfim de origem africana (Angola, Portugal e Brasil, Séculos XVIII e XIX)”, Revista Ars Histórica, 2017 (14), pp. 137-156 (ISSN 2178-244X).
  2. I. M. ARAÚJO, “Manufacturing the war. Armourers and arms production in Portugal (15th – 16th centuries)”, Rivista di Studi Militari, 2017 (6), pp. 165-173 (ISSN: 2279-9583).
  3. M. C. SOARES, “”Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV – XVII”, Anais do Museu Paulista, 2017 (25-1), pp. 59-86 (ISSN 0101-4714).

 

2016

  1. R. Alves, “Marfins africanos em trânsito: apontamentos sobre o comércio numa perspectiva atlântica (Angola, Benguela, Lisboa e Brasil, Séculos XVIII-XIX)”, Faces da História, 2016 (3), 8-21. http://www.ars.historia.ufrj.br/images/11ed/14ed/8_artigo_rogria%20cristina%20alves_14.pdf.
  2. J. S. Horta; M. M. Torrão (eds.), “Manuel Álvares. [Capítulo Unico. Da variedade do ceremonial, quanto ao governo publico dos Manes, Calus, Bagas, e outra sorte de gentio deste districto]. Transcription by José da Silva Horta and Maria Manuel Torrão.” Mande Studies, 2016 (18), 2124.
  3. F. J. Lamp (ed.), “Manuel Álvares, The various ceremonies pertaining to public order among the Manes, Calus, Bagas and the other kinds of heathen in this district.”, in Ethiopia Minor and a Geographical Account of the Province of Sierra Leone, c. 1615.” Mande Studies, 2016 (18), 9-20.

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