Presented papers

2019

  1. J. S.Horta, C.Almeida, “Thinking African History by way of African Ivory: the Contribution of the Project ‘African Ivories in the Atlantic World’”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  2. B. S. Nogueira, M. C. Malheiro, “O comércio de marfim luso-africano nas fontes escritas: matéria-prima e objectos”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  3. P. Mark, “Reading: the salt cellars from Serra Leoa”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  4. M. M. Torrão, “Mercadores de marfim de Cabo Verde: uma tentativa de compreender os meandros do trato”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  5. I. M. Antunes, “Pistas sobre o comércio de marfim dos portos de Bissau e Cacheu para o Grão Pará e Maranhão (século XVIII)”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  6. F. Lamp, “Dual Patronage: Direct Connections between Ivory and Stone Sculpture along the Coast of Sierra Leone, 15th-16th Centuries”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  7. L. Amaral, “Os marfins luso-africanos do Benim: questões de proveniência”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  8. L. Afonso, G. Jacobs, “A new contribution to the corpus of Luso-African ivories: the Wartburg Castle Sapi-Portuguese oliphant”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  9. I. M. Araújo, “Encarnar o poder do elefante. Questões sobre indumentária militar nos saleiros em marfim afro-portugueses”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  10. V. S. Santos, “As trombetas de marfim do Museu de Antropologia de Angola”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  11. C. Almeida, “A cultura do elefante: uma proposta metodológica para os marfins centro-africanos (sécs. XV-XVIII)”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  12. R. L. Gomes, “Entre objetos peregrinos e obras diligentemente torneadas: a diversidade do cosmos e o engenho humano corporificados por objetos em marfim na coleção de Manfredo Settala”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  13. R. C. Alves, “Entre contratos e monopólio: a circulação de marfim in natura a partir do porto de Luanda (1749-1789)”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  14. T. Rodrigues, “Os marfins luso-africanos no mercado de arte”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  15. L. F. Antunes, “O comércio de marfim e a alguns aspectos da economia pré-colonial da região de Sofala e Monomotapa”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  16. E. F. Paiva, “O marfim globalizado – comércio, gosto e cultura material nas minas gerais”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  17. R. R. Diório, “Diálogos culturais em marfim: a circulação no Império português e a recepção na Mariana colonial”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  18. A. Candeias, C. B. Dias, A. F. Maurer, A. T. Caldeira, C. Salvador, “Analysis of historical Ivories – challenges and constraints”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  19. M. C. Soares, “A estratégia diplomática portuguesa e o acordo de compensação entre Congo e Portugal, 1512-1526”, African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.
  20. , African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900, Faculdade de Letras, Lisboa, 25-27 Februrary 2019.

2018

  1. I. M. Araújo, A. M. Costa, “Do mar para terra. Os desembarques nas conquistas magrebinas portuguesas (1415-1513)”, Grandes Operações Navais da História Militar Ibérica (séculos XII-XVI), Escola Naval, Lisboa (Portugal), 9 e 10 de Fevereiro de 2018. http://escolanaval.marinha.pt/pt/mediacenter_web/noticias_web/Paginas/Col%C3%B3quio-Grandes-Opera%C3%A7%C3%B5es-Navais-da-Hist%C3%B3ria-Militar-Ib%C3%A9rica,-s%C3%A9culos-XII-XVI.aspx
  2. J. F. Dias, “O problema de definir religião em contexto africano: uma aproximação a partir dos casos yorùbá e fon”, Workshop Estudo das Religiões em Africa – Questionamentos conceptuais, desafios metodológicos, ISCTE, Lisboa (Portugal), 22 de Fevereiro. http://www.centrodehistoria-flul.com/abertura/workshop-o-estudo-das-religioes-em-africa-questionamentos-conceptuais-desafios-metodologicos
  3. R. Gomes, “To see this beautiful country in several art pieces – an essay on the transpositions of Dutch Brazil’s drawings and paintings for other media in the 17th century”, Historians of Netherlandish Art Conference. Session: Transmediality in Global Netherlandish Art, Ghent University, Ghent (Bélgica), 24 de maio. https://hnanews.org/wp-content/uploads/2017/08/FULL-PROGRAM-LOGISTICS-HNA-2018.pdf
  4. J. Horta, “Quando as fontes escritas europeias fazem falar os objectos africanos: uma leitura do poder espiritual nos marfins sapes do século XVI”,  Seminários do LECADIA/Laboratório de Estudos e Conexões Atlânticas: diáspora Africana, Culturas Afro-Brasileiras e Indígenas, Baía, Universidade Estadual de Feira de Santana, Baía (Brasil), 28 de Março de 2018. https://br.eventbu.com/feira-de-santana/i-seminario-conexoes-atlanticas/7764672
  5. P. Mark, “A second ivory torah pointer? In the collection of Munich’s Museum Funf Kontinente”, Os Judeus de Portugal e a Diáspora Judaica Luso-Espanhola, Centro de História da Universidade de Lisboa / Universidade do Porto / Ashkelon Academic College /Dahan Center – Bar-Ilan University,  Lisboa (Portugal), 27 de Junho a 2 de Julho, 2018. http://www.centrodehistoria-flul.com/abertura/call-for-papers-congresso-internacional-judeus-de-portugal-e-a-diaspora-judaica-luso-espanhola
  6. T. Rodrigues, “No rasto dos marfins Luso-Africanos. O olifante da coleção de Jay C. Leff”, Dinâmicas do património artístico: circulação, transformações e diálogos, ARTIS-IHA/FLUL, Lisboa (Portugal), 2-3 de Outubro de 2018.  https://patrimonioartistico2018.weebly.com/

 

2017

  1. L. U. Afonso; C. Almeida, “Os marfins do Gana e os problemas da geografia dos marfins africanos e euro-africanos esculpidos entre os séculos XV e XVII”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  2. C. Almeida, “Ivory in the first centuries of Europe-Kongo relations. Searching for the good questions”, 7th European Conference on African Studies (ECAS7) – Urban Africa – Urban Africans: New encounters of the rural and the urban, Basileia (Suíça), 29 de Junho de 2017. https://www.nomadit.co.uk/ecas/ecas2017/panels.php5?View=All%20Panels
  3. C. Almeida, L. Afonso, “A diversidade geográfica dos marfins africanos produzidos entre c.1500 e c.1800 e a relevância dos marfins do Gana para o entendimento das suas funções nas sociedades africanas”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  4. R. Alves, “Marfins no Mundo Atlântico: apontamentos para Minas Gerais, século XVIII”. Seminário Virtual UEadSL, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2017.
  5. R. Alves, “Na rota do marfim: a circulação do marfim africano entre Angola, Brasil e Portugal (sécs. XVIII e XIX)”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  6. L. Antunes, “O incremento de um comércio persistente: Moçambique, Índia e a exportação do marfim leste-africano (1700-1750)”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  7. L. Antunes, “Acerca da importância socio-económica do marfim leste africano: alguns elementos para uma descrição cartográfica do comércio de marfim na região de Sofala, no início do século XVI”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 16 de março de 2017.
  8. I. M. Araújo, “An archetype of a Portuguese soldier in west Africa? Perspectives on portraits of fighters and their weaponry in the Luso-African ivories”, 7th European Conference on African Studies (ECAS7) – Urban Africa – Urban Africans: New encounters of the rural and the urban, Basileia (Suíça), 29 de Junho de 2017. https://www.nomadit.co.uk/ecas/ecas2017/panels.php5?View=All%20Panels
  9. I. M. Araújo, “Metal em tons de branco: Reflexões sobre o armamento individual nos marfins luso-africanos”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  10. C. Barrocas, “The application of mass spectrometry to cultural heritage case studies”, 5th Portuguese Mass spectrometry meeting, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Sociedade Portuguesa de Química, Lisboa (Portugal), 20 Setembro 2017. http://ms2017.eventos.chemistry.pt/
  11. A. T. Caldeira, “Biodeterioration in heritage – Know to act, act to preserve”, Meeting in Environment and Agriculture, Évora, ICAAM/Universidade de Évora, 16-17 Novembro 2017.
  12. A. T., Caldeira, “Biodeterioração em património – novas abordagens”, IV Encontro Luso-Brasileiro de Conservação e Restauro, Fundação Casa de Rui Barbosa/Universidade Federal do Rio de Janeiro (27/11-1/12), Rio de Janeiro (Brasil).
  13. A. T. Caldeira, T. Rosado, M. Martins, “Exploring NGS in Cultural Heritage research”, 4ª Reunião de Utilizadores de Plataformas NGS, ILC/Hotel Vincci, Porto (Portugal), 2 Outubro 2017. https://allevents.in/porto/4%C2%AA-reuni%C3%A3o-de-utilizadores-de-plataformas-ngs/123760001679896
  14. A. Candeias, “Conhecer para preservar, preservar para conhecer – o desafio das ciências do património””, IV Encontro Luso-Brasileiro de Conservação e Restauro, Fundação Casa de Rui Barbosa/Universidade Federal do Rio de Janeiro (27/11-1/12), Rio de Janeiro (Brasil).
  15. A. Candeias, “Conocer para preservar, preservar para conocer – el desafio de las ciencias del patrimonio”, Jornada Técnica: Laboratorios Científicos, Conservación del Patrimonio y Certificación, Universidad Complutense Madrid, Madrid (Espanha), 22 Novembro 2017. http://bellasartes.ucm.es/data/cont/docs/14-2017-11-08-PROGRAMA%20JORNADA%20_definitivo_.pdf
  16. A. Candeias, “The 12(+1) Labours of HERCULES – from Mythology to the cultural reality of Portugal”. António V. Xavier Seminars, ITQB – Instituto de Tecnologia Química e Bioquímica, Lisboa (Portugal), Janeiro 2017.
  17. A. Candeias, C. Dias, A. Caldeira, L. Afonso, “Casting new light on Trade and provenance of Luso-African ivories – an archaeometric approach”, 7th European Conference on African Studies (ECAS7) – Urban Africa – Urban Africans: New encounters of the rural and the urban, Basileia (Suíça), 29 de Junho de 2017. https://www.nomadit.co.uk/ecas/ecas2017/panels.php5?View=All%20Panels
  18. H. M. Crespo, “Marfins bini-portugueses?: entalhe, iconografia e decoração”, Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  19. J. F. Dias, “O passado composto no Candomblé da Bahia – o “antigamente” como lugar de memória e aporte politico”, II Congresso Lusófono de Ciência das Religiões, ULHT, Lisboa (Portugal). http://clre.ulusofona.pt/wp-content/uploads/sites/6/2014/04/LIVRO-DE-RESUMOS-CI%C3%8ANCIA-RELIGI%C3%95ES.pdf
  20. R. Diório, “Devoção e arte em marfim na Mariana setecentista:  o processo de construção e ornamentação das igrejas da sede do bispado de Minas Gerais”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  21. J. D. Figueiredo, L. Souza, A. Silva, “Análise elementar por fluorescência de raios-x de obras sacras em marfim do Museu Mineiro”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  22. Y. Froner, “Pistas sobre o trânsito de objetos de marfim em Minas colonial: tecnologia de construção e questões estéticas, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  23. Y. Froner, L. Sousa, A. Leão, T. Venuto, A. Costa, D. Cardoso, “Pistas sobre o trânsito de objetos de marfim no Brasil colonial: tecnologia de construção e contaminações estéticas”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 16 de março de 2017.
  24. R. Gomes, “Sobre saleiros da Guiné, buzinas da Índia e rosários do Brasil: variações em torno da incorporação e da categorização dos marfins africanos em coleções europeias dos séculos XVI e XVII”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  25. R. Gomes, A. Chaves, “De pontas de marfim a leques, bengalas, placas para retratos e crucifixos: notícias sobre comércio e a manufatura de objetos em marfim africano no Brasil imperial”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  26. R. Gomes, E. Paiva, V. Santos, Y. Froner, “Duas imagens de Santo Antônio na coleção do Museu de Congonhas: traduções brasileiras da imaginária africana em marfim para outros materiais”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  27. J. Horta, “Sixteenth and Seventeenth century Sapi-Portuguese Ivories: Transformations of Role and Meaning in a Cosmopolitan Environment”, 7th European Conference on African Studies (ECAS7) – Urban Africa – Urban Africans: New encounters of the rural and the urban, Basileia (Suíça), 29 de Junho de 2017. https://www.nomadit.co.uk/ecas/ecas2017/panels.php5?View=All%20Panels
  28. J. Horta, “Marfins sapi do século XVI: aproximações à dimensão cosmológica da representação iconográfica”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  29. J. S. Horta, “Esculpir olifantes com cenas de caça na “Serra Leoa” do século XVI: indícios de uma experiência religiosa”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  30. J. Horta, L. U. Afonso, “Luso-African ivories and Late Medieval Sephardic Illuminations”. Roundtable “Power dynamics, territories, and the arts: Mediterranean and trans-Oceanic trajectories. An art historical roundtable”, Convivencia. Iberian to global Dynamics (500-1750), Lisboa, Max Planck Institute/Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Tecnologia/Museu Nacional de História Natural e da Ciência, 26 de junho de 2017, Lisboa (Portugal). https://www.khi.fi.it/5636704/20170626
  31. J. Horta, C. Almeida, “Historicity: the primacy of contexts, connections and networks. The case of the international project ‘African Ivories in the Atlantic World’”, African Studies – Multiple and Relational, African Studies Institute, University of Bayreuth, Bayreuth (Alemanha), 9 de Dezembro 2017. http://www.bayreuth-academy.uni-bayreuth.de/resources/IAS_Faltblatt_Programm_2017.pdf
  32. F. J. Lamp, “Sapi ivory and stone: revisiting the question of beginnings and ends”.  Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  33. J. Luís, “Relações económicas e de poder em Luanda, Benguela e nos portos do Norte: da escravatura ao marfim (1796-1825)”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  34. P. Mark, “African Art and Ivory: the State of the Art”, African Students’ Association, Wesleyan University, Connecticut (EUA), 2 Dezembro 2017.
  35. P. Mark, “Ivory in Paint: Medieval and Renaissance illustrations of ivory”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 16 de março de 2017.
  36. E. Paiva, “Marfins e outros suportes – transposições, traduções, associações e ressignificações de objetos nas Minas Gerais do século XVIII”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  37. T. Rodrigues, “Os artesãos Sapi ao dispor da diplomacia do Rei D. Manuel I: o caso de estudo dos olifantes sapi-portugueses”, A Arte portuguesa no Mundo e a Arte do Mundo em Portugal, GIEHA/ARTIS-IHA, Museu de São Roque, Lisboa (Portugal), 2 novembro de 2017. http://www.artis.letras.ulisboa.pt/multimedia/ficheiros/eventos/gieha_arte_portuguesa_mundo.pdf
  38. T. Rodrigues, “Fontes visuais medievais em marfins luso-africanos”, IX Workshop de Estudos Medievais, Grupo Informal de História Medieval (GIHM), Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Porto (Portugal), 7 de abril de 2017. http://gihmedieval.blogspot.pt/2017/
  39. T. Rodrigues, “Um polvorinho do século XVII: o fragmento de um olifante sapi-português do séc. XVI”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  40. V. Santos, “Usos e funções do marfim na África Centro-Ocidental:  as representações europeias e africanas dos marfins utilizados no contexto africano nos séculos XVII ao XVIII”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  41. V. Santos, J. Horta, “Resultados parciais do Projeto “Marfins Africanos no mundo Atlântico: uma reavaliação do marfim luso-africano”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  42. V. Santos, Y. Froner, R. Gomes, A. Panisset, “O Santo Antônio em marfim do Museu de Congonhas: uma hipótese sobre a tradução da imaginária africana em marfim para outros materiais no contexto brasileiro”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 16 de março de 2017.
  43. V. Serrão “Artes do marfim no mercado português da idade moderna (sécs. XVI-XVIII): um contributo histórico-artístico”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 16 de março de 2017.
  44. M. Soares, “Padrões figurativos africanos no Cristo de marfim do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro: aproximações para o estudo de objetos de marfim africano no Brasil, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 22 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao
  45. M. M. Torrão, “Uma mercadoria branca num entreposto negreiro: negócios do marfim nas ilhas de Cabo Verde (início do século XVI)”. Marfim Africano: Comércio e Objectos (sécs. XV-XVIII), FLUL, Lisboa (Portugal), 15 de março de 2017.
  46. T. Venuto, “As devoções femininas e o hibridismo na representação das esculturas em marfim”, Marfim Africano no Espaço Atlântico: circulação, manufatura e colecionismo, Museu Mineiro, Belo Horizonte (Brasil), 23 de maio de 2017. https://sitesufmg.wixsite.com/marfinsafricanos/programacao

 

2016

  1. R. Alves et al. “A circulação de marfins no mundo português: o caso da Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará (Minas Gerais, século XVIII)”.  Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  2. R. Alves, “Marfim, corais e ouro: um estudo sobre os bens materiais da população forra (Minas Gerais, século XVIII)”. Simpósio Arqueologia e História da cultura material na África e na diáspora africana, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  3. R. Alves, “Entre joias e santos: a presença do marfim em objetos no Brasil colônia”. V EPHIS – Encontro de Pesquisa em História da UFMG, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  4. R. Alves, “O comércio Atlântico de marfins: apontamentos para as fontes”. IV Seminário da Oficina de Paleografia, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  5. I. M. Araújo, “Representações da guerra e da paz”. Entre a Guerra e a Paz, Reitoria da Universidade de Lisboa, Lisboa (Portugal), 6 de Dezembro de 2016.
  6. I. M. Araújo, “Eating and fighting. Food in the Portuguese army of the conquests in the Maghreb (15th century)”. International Medieval Congress (IMC) (Food, Feast & Famine), Leeds (Inglaterra), 7 de Julho de 2016.
  7. I. M. Araújo, “Escrever a partir da imagem. História com base em fontes iconográficas no Portugal tardo-medieval e renascentista”. Seminário de Investigação: Problemas e Metodologias II, FLUL, Coimbra (Portugal), 20 de Maio de 2016.
  8. I. M. Araújo, “Portuguese men equipped for war Armourers and the new challenges of Morocco (15th century)”. Medieval Culture and War. Ideals, Representations, Realities, Leeds (Inglaterra), 6 de Maio de 2016.
  9. I. M. Araújo, “Imago in bello. As represen
  10. tações da guerra no Portugal tardo-medievo e renascentista”. Workshop de Estudos Medievais, FLUP, Porto (Portugal), 7 de Abril de 2016.
  11. A. T. Caldeira, “Biodegradação em património: estratégias de diagnóstico, monitorização e mitigação”. Simpósio de microbiologia: a tríade Alimentos, Saúde e Ambiente, UTAD, Vila Real (Portugal), Novembro 2016.
  12. A. Candeias, J. Mirão, C. Dias, A.T. Caldeira, “Os doze Trabalhos de HERCULES – ou da mitologia clássica à realidade cultural de Portugal”. V Congresso Latino-Americano de Arqueometria, UFSP, São Paulo (Brasil), Novembro 2016.
  13. R. Diório, “Os africanos libertos de Mariana e suas disposições testamentárias na segunda metade do século XVIII”. Simpósio Arqueologia e História da cultura material na África e na diáspora africana, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  14. R. Diório, “Marfim no Bispado de Mariana, século XVIII”. Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades, UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  15. R. Gomes, “Para copiá-los e trazê-los sob uma nova composição. Johann Moritz von Nassau-Siegen e a importância da cópia pictórica para a circulação de imagens do Brasil”. Colóquio Internacional A Cópia Pictórica em Portugal, Brasil e no Novo Mundo, 1552-1752, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (Portugal), 11 de Outubro 2016.
  16. R. Gomes, “Uma pintura, Quatro formas de Exibição. Transformações na interpretação da tela ‘Homem Tapuia’ de Albert Eckhout sob diferentes culturas da exibição: 1643, 1654; 1759, 1825”. Fortalecer a Cultura da Exposição, Escola de Belas Artes/UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 6 outubro 2016.
  17. R. Gomes, “’Belamente lavrados e torneados no Brasil’. Jacob Jensen Nordmand e a criação de mobiliário em marfim no Recife seiscentista”. O Marfim na História Moderna, Espaço do Conhecimento/UFMG, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  18. R. Gomes, “Do palácio ao museu: as condições de exibição de 8 pinturas criadas por Albert Eckhout (sec. XVII-XIX)”. Reavaliando o Cubo Branco, Escola de Belas Artes/UFM, Belo Horizonte (Brasil), 2016.
  19. J. S. Horta, “« Divins » ou « sorciers » ? Interactions religieuses entre Africains et Européens, Sénégambie, XVIe-XVIIe siècle”. Les Afriques dans la longue durée : acteurs, savoirs, pratiques, seminário da Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales/EHESS organizado por Elikia M’Bokolo e Catarina Madeira Santos, Paris (França), 21 de Novembro de 2016.
  20. P. Mark, Presentation of the International FCT-funded Project “The Luso-African ivories”. African Studies Association, Washington DC (EUA), 4 de Dezembro de 2016.
  21. E. Paiva, “Marfins, ambientes e contextos – as Minas Gerais e as fontes históricas”. O marfim na História Moderna: comércio, fé, status social e colecionismo, Belo Horizonte (Brasil), 15 de Abril 2016.
  22. V. Santos, “Marfins no Espaço Atlântico”. O marfim na História Moderna: comércio, fé, status social e colecionismo, Belo Horizonte (Brasil), 14 de Abril 2016.

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